Aumento peniano funciona mesmo?

Recentemente, o uso de um gel colocado entre os corpos cavernosos e a pele do pênis permite um aumento de 2 a 4 centímetros de circunferência, aumentando da ponta próxima à glande até a base, onde se consegue a maior largura, permitindo um formato cônico ao pênis. Há vários nomes de produtos de gel para pênis, entre os mais conhecidos está o macho macho.

Esta característica permite um ganho também no comprimento que deixa o pênis, em flacidez, com um aspecto de pênis maior, já que impede que no estado de repouso ele se contraia contra o corpo. Permite, ainda, um tamanho próximo ao que o pênis tem em ereção, mesmo em estado de flacidez, acabando, dessa forma, com a famosa síndrome do vestiário, daqueles homens que se incomodam com o tamanho do pênis, especificamente quando em repouso.

A vantagem dessa técnica sobre as outras, é o fato de ser realizada com anestesia local em regime ambulatorial, sem necessidade de internação do paciente, permitindo que ele retorne às suas atividades rotineiras imediatamente após o procedimento realizado.

A volta à atividade sexual, nesse tipo de cirurgia, é recomendada entre 40 e 60 dias após a realização da mesma.

Indiscutivelmente, que além do aspecto estético do pênis pelo aumento em flacidez e ereção, o grande beneficiário desse tipo de cirurgia, pela distensão provocada durante a penetração, o que permite aumento do prazer sexual, é a (o) parceira (o).

Tamanho faz diferença?

Conversas de banheiro: “Puxa, acho que o dele é maior que o meu”; “Tudo bem, encolhido ele é pequeno, mas na hora H ele fica maior que o seu”; “Será que o meu é normal?” Por que o tamanho do pênis ainda é tão importante para os homens ?

Desde cedo somos ensinados a competir em tudo, e a achar que o maior é sempre o melhor. O maior carro é mais potente; o cara mais alto é o mais forte; a melhor televisão é a que tem mais polegadas; o maior sanduíche é o mais gostoso… Será que quantidade é igual a qualidade?

As estatísticas dizem que o tamanho médio do pênis do brasileiro em ereção vai de 13 a 17 centímetros. Mas calma aí, não precisa ir correndo medir o seu, afinal cada um de nós tem um pé ou nariz maior ou menor de acordo com as características físicas, pessoais ou étnicas.

Mesmo assim, um pênis grande não é garantia de prazer e nem sinônimo de virilidade. A realidade é que as mulheres nem dão importância para essa questão, como imaginam os homens. Mas você vai pensar: “puxa, mas as meninas adoram ver revistas de nus masculinos e gostam é dos grandes.” Isso não está errado, mas há uma diferença entre uma fantasia erótica e a realidade. Na hora da transa, e principalmente para chegar ao orgasmo, a garota precisa é de muito carinho e sensibilidade. O importante é que o seu corpo e o dela estejam em sintonia e equilíbrio.

O pênis não é um artigo que se vende separadamente (pelo menos não o seu); ele é apenas uma parte de você, e é a sua cabeça que comanda os seus sentimentos e desejos. Se você ficar bem consigo mesmo e com o seu corpo, pode ter certeza que o “tamanho” do prazer da sua companheira vai ser muito maior, e o seu também.

A estética genial feminina e o prazer sexual

Obter um melhor desempenho sexual, chegar ao orgasmo, sentir-se atraente, despertar a atenção do parceiro e relacionar-se melhor com as pessoas que convivem ao redor, são alguns dos motivos que levam as mulheres a procurarem tratamentos estéticos genitais.

Segundo dados da pesquisa realizada em 2004 pelo Projeto Sexualidade – ProSex da Universidade de São Paulo com 7.103 entrevistados, em 18 cidades brasileiras, com pessoas de 18 a 80 anos, apontam que os dois maiores medos da mulher são não satisfazer seu parceiro na cama (45,4%) e não ter orgasmo (32,5%). A falta de desejo afeta três vezes mais as mulheres (8,2%) que os homens (2,1%) e 16,5% das mulheres entre 26 e 40 anos sentem dores durante a relação sexual.

Para o cirurgião vascular, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual e conselheiro consultivo da Sociedade Brasileira de Estética Médica, estética genital está intimamente ligada ao desejo, a excitação e ao orgasmo.

Com a liberação de tabus que cercavam a sexualidade feminina e o aumento da longevidade em uma sociedade que valoriza a juventude, as mulheres passaram a encarar a estética e o rejuvenescimento das áreas genitais. Isso porque pode aumentar ainda mais o estimulo sexual da mulher no atrito no momento do sexo. Mais que seguir ícones de beleza estabelecidos pela sociedade, a sexualidade humana determina novos padrões de sensualidade.

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Estética da mulher e prazer

excitação sexual da mulher

As últimas novidades na área da estética genital feminina são a correção aumento de glúteos e o estreitamento do canal vaginal com a utilização do polimetilmetacrilato e a redução dos lábios vulvares. De acordo com médico, a correção desses problemas é fundamental para as mulheres que têm dificuldades nessa área do relacionamento humano, pois promove a satisfação pessoal, o aumento da auto-estima, melhora da qualidade de vida e até ganho de saúde.

O procedimento consiste na injeção do polimetilmetacrilato, material inerte e definitivo, no grupo muscular desejado. São moléculas, como microesferas associadas a moléculas de água, capazes de moldar a musculatura. Diferente de outras substâncias, o polimetilmetacrilato não é absorvido pelo organismo, como ocorre com a aplicação de gordura, além de ser um procedimento bem menos agressivo.

Além de correções na região dos glúteos, o polimetilmetacrilato tem sido utilizado pela medicina estética em cirurgias reparadoras, para a correção de cicatrizes e de rugas faciais há mais de oito anos, com eficiência comprovada em todo o mundo. O Dr. Márcio também desenvolveu uma técnica pioneira de uso da substância para o estreitamento do canal vaginal. O polimetilmetacrilato produz um efeito natural e seus benefícios podem ser sentidos já nas primeiras aplicações. Além disso, o produto estimula a produção de fibroblastos e colágeno pelo organismo.

Surgimento do Chimarrão

chimarrão, na verdade, é uma tradição da cultura do sul da América do Sul, uma herança deixada pelos índios quíchua, aymara e principalmente dos guaranis, todos habitantes das bacias dos rios Paraná e dos países Paraguai e Uruguai e que chegou até os brancos através das mãos dos colonizadores espanhóis.

A tradição de tomar chimarrão é muito antiga e traduz a cultura e a hospitalidade gaúcha.

Os índios guarani já usavam as folhas da erva-mate para preparar uma bebida estimulante. Era o chamado ka’a y (água de folha). As folhas da erva mate eram colocadas na cuia com água e o líquido era então chupado através de uma taquara, caniço ou osso, filtrado através de um trançado de fibras vegetais. Atualmente usamos uma cuia feita de porongo (cabaça) e uma bomba de metal, porém em seus primórdios o chimarrão era consumido através de um canudo de taquara, chamado taquapy.

surgimento mate

 

 

Os colonizadores observaram que os índios eram viciados nessa bebida e logo os jesuítas proibiram o seu consumo, atribuindo ao chimarrão poder afrodisíaco e o classificando como bebida do diabo. Não demorou e os espanhóis provaram da bebida e ficaram encantados e logo começaram a cultivar a erva-mate, produzindo em grande escala para a distribuição entre as colônias. Gerou muita riqueza nesse período. Os jesuítas, que eram contra o consumo inicialmente, se distinguiram entre os produtores por produzirem erva-mate com qualidade superior aos demais produtores. Tornaram-se até mesmo grandes incentivadores da bebida entre os índios para que os mesmos não fossem envolvidos pelo alcoolismo.

Comprovado cientificamente que o chimarrão tem propriedades medicinais e por isso seu uso é difundido até os dias atuais.

A erva-mate é uma árvore nativa e é também um dos símbolos ecológicos do Rio Grande do Sul, seu nome científico é llexpararaguariensis. A erva-mate passa por vários processos antes de chegar ao chimarrão.

A primeira aparição classificatória da erva-mate foi em 1820, nas proximidades de onde hoje é a cidade de Curitiba.

Em 1853 já se registrava a sua importância histórica e folclórica como símbolo do Rio Grande do Sul através de Roberto Ave-Lallemant, onde ele dizia: ”O símbolo da paz, da concórdia, do completo entendimento – o mate! Todos os presentes tomaram o mate. Não se creia  que cada um tivesse sua bomba e sua cuia própria; nada disso! Assim perderia o mate toda a sua mística significação. Não há nisto, nenhuma pretensão de precedência, nenhum senhor e criado; é uma espécie de serviço divino, uma piedosa obra cristã, um comunismo moral, uma fraternidade verdadeiramente nobre, espiritualizada! Todos os homens se tornam irmãos, todos tomam o chimarrão em comum!” (Viagem pelo Sul do Brasil, 1.º, 191. Rio de Janeiro).

 

E de onde veio o nome?

O nome chimarrão vem do espanhol: cimarrónque significa chucro, bruto, bárbaro, este vocábulo é empregado em toda a América Latina, designando os animais domesticados que se tornaram selvagens.

Os colonizadores espanhóis começaram a chamar o chimarrão desta forma porque era a bebida rude e amarga dos índios nativos.

A Sexualidade Humana – Disfunções Sexuais e Tratamentos

O estudo da sexualidade humana é recente no campo científico, e, mesmo já existindo muitas pesquisas o assunto encontra-se aberto à inúmeras indagações. Alguns aspectos da sexualidade foram explorados desde a antiguidade greco romana, hindu e chinesa, mas foi somente a partir do final do século XIX que cientistas se empenharam em estudos e pesquisas relativos ao Desenvolvimento Sexual Infantil e nas alterações das funções sexuais normais. Sem nenhuma dúvida, as principais contribuições científicas para compreensão, diagnóstico e tratamento das disfunções sexuais vêm da Psicanálise, da Terapia Cognitiva e das teorias da Psicologia Comportamental e atualmente da Neurociências, que se esforçam, para esclarecer e intervir terapeuticamente.

Principais causas das Disfunções sexuais

impotencia e como aumentar penis

Inúmeros fatores orgânicos e emocionais podem levar à disfunção sexual. São questões elencadas na mais tenra infância ou conflitos mais atuais que produzem ansiedade e inseguranças, dando ordem às disfunções. Infelizmente, existem pessoas que não desfrutam dos benefícios de sua sexualidade, porque não sabem como lidar com as angústias e com os sofrimentos provocados pelas crenças e pelos mitos difundidos inadequadamente pela sociedade. E, nesse caso, quando o ajustamento psicossexual não acontece corretamente, surgem dificuldades e conflitos da intimidade sexual, que se apresentam por meio de disfunções sexuais. Diversas pesquisas comprovam, que tanto para os homens, quanto para as mulheres, o tratamento psicológico tem se mostrado mais eficaz do que qualquer grupo de medicamentos, pois age na causa do problema e não só no alívio dos sintomas.

Um tratamento muito comum que afeta os homens psicologicamente também é o tamanho do pênis. Porem nesses há diversas formas de fazer o pênis crescer naturalmente.

A Disfunção Erétil (DE) / Impotência Sexual é a incapacidade persistente, total ou parcial, de iniciar e/ou manter uma ereção durante o tempo suficiente para a prática de uma relação sexual satisfatória, desde o coito até a ejaculação (CAVALVANTI & CAVALCANTI, 1996 ).

Milhões de homens no mundo passam por essa situação, fato demonstrado pelas estatísticas que evidenciam que a Disfunção Erétil incide em até 5% dos homens de até 40 anos, em até 27% daqueles que estão na faixa dos 60 anos e em 55% dos homens acima de 70 anos. Em tese, a maioria dos homens sexualmente ativos já enfrentou algum tipo de Disfunção Erétil ao menos uma vez na vida e sabe-se que 70% desses casos têm origem emocional ou psicológica.

Tratamentos:

Nas décadas de 50 e 60 do século XX o casal Willian H. Marsters e Virginia Johnson, estimulados pelas publicações de Alfred C. Kinsey, colocaram a sexualidade no foco das atenções como objeto de estudos com metodologia sistemática em seguida foi Helen S. Kaplan. Assim, podemos dizer que o estudo científico sistemático, da função sexual, no enfoque comportamental, tem pouco mais de meio século.